sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

AS AVENTURAS DE PI
21 DEZ 2012 SOMENTE NOS CINEMAS

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Promo AS AVENTURAS DE PI. Participe! 



AS AVENTURAS DE PI 21 DEZ NOS CINEMAS

domingo, 16 de dezembro de 2012

KIRTAN JAI UTTAL no ARUNA YOGA

KIRTAN_Jai Uttal | 21 DEZ 20H
[ingresso]: R$85,00
ARUNA YOGA
Rua Eça de Queiroz 711
55795975
JAIUTTALemSP 

Jai já foi indicado ao Grammy como melhor cantor de World Music e basta ouvir uma única música composta por este californiano radicado em Nova Yorque, para entender a comoção que seu talento pode causar. 
E muito antes de saber quem ele era, minha casa já era tomada em alto volume por "Ganesha Sharanam" do álbum KIRTAN KIDS
E esta canção de devoção a Ganesha, que começa com um solo de flauta segue de forma genial pelas mãos de uma criança evocando nosso amado Deva e cresce tirando qualquer dúvida que homens e deuses podem dançar: juntos.
Mas esta é apenas mais uma música no vasto repertório deste kirtankar, que já percorreu a Índia, tocando nas ruas e vivendo entre os Bauls e agora volta ao Brasil para nos trazer as repostas que fazem desta arte uma música chamada: Kirtan.
E o que é uma música Kirtan? Falando assim de uma forma bem simples são aquelas canções que formam um diálogo entre o cantor e a audiência. Um diz o outro responde e tudo por um viés sagrado. Outra forma de explicar seria dizendo que é um canto nascido para nos conectar: conosco. Atingir sentimentos, descobrir a voz de nosso espirito e falar com os deuses. E tudo é parte da prática de bahkti yoga ou yoga devocional. 
Então faz todo sentido que dois espaços conceituados desta prática milenar, promovam suas performances por aqui. 
Jai Uttal se apresentará em São Paulo no YOGA Flow e no ARUNA Yoga.

Então sobram todas as justificativas para se agendar e assistir esta apresentação, um verdadeiro presente de Natal que pode se dar.      
  
DISCOGRAFIA:
KIRTAN KIDS [2011]
QUEEN OF HEARTS [2011]
BHAKTI BAZAAR [2010]
THUNDER LOVE [2009]
[melhor título.rs] DIAL M FOR MANTRA [2007]
LOVELAND [2006]
MUSIC FOR YOGA [2004]
KIRTAN! [2004]
MONDO RAMA [2002]
NECTAR [2001]
SPIRIT ROOM [2000]
YOGA CHANT [2000]
SHIVA STATION [1997]
BEGGARS AND SANTS [1995]
MONKEY [1992]
FOOTPRINTS [1990]

GAN GAN GANAPATAYE NAMAHA! 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


[promo] AS AVENTURAS DE PI


A FOX Films e o Blog Yatri Brasil, vão premiar o leitor do blog com kits promocionais do filme AS AVENTURAS DE PI.
Para participar, é preciso enviar um e-mail para yatri_brasil@yahoo.com.br respondendo a seguinte pergunta:

Como você convenceria um animal feroz a compartilhar um barco?

Os autores das respostas mais criativas ganham um [01] kit promocional do filme.

A promo se estenderá até a data de lançamento nacional do filme, dia 21 de Dezembro de 2012. Os e-mails que chegarem até a meia-noite do dia 21 poderão participar da ação.

O Blog YATRI Brasil é responsável pela escolha dos ganhadores, que serão divulgados dia 25 de Dezembro de 2012.

Os participantes devem:

Escrever no campo [assunto:] Promo AS AVENTURAS DE PI e devem colocar no campo do e-mail a frase, resposta da promo, mais dados como endereço para envio do brinde e RG ou CPF do participante.

Boa Sorte!!!
NATAL INDIANCULTURALCENTRE

O Indian Cultural Centre abre suas portas dias 18 para uma comemoração de Natal.
A grande maioria do frequentadores das festas no ICC são alunos dos cursos regulares o que significa uma enorme oportunidade de fazer amigos e entrar para comunidade que se formou por lá. A mesa é farta. Muita comida [indiana, quase que na maioria], formando um grande pic-nic, aonde cada um contribuí com um pratinho ou levando alguma bebida. Não vale carne, nem álcool. Carne [aliás], melhor: nunca   

O evento tb vai ter um GIVEAWAY que é a tradição de trocar presentes. Vc leva algo seu, que quer deixar ir e ganha algo  de alguém. Tô pensando em levar minhas contas!

Indian Cultural Centre
Alameda Sarutaia, 380 Jardins 31493340 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

yatri_brasil@yahoo.com.br


Viajante ou Yatrì [numa transcrição fonética] é o como nos sentimos, soltos, para criar este território: que une duas culturas que voam com suas asas, pela imaginação do mundo.

Namaste Dji | 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Núcleo PREMA apresenta DIWALI Festival das Luzes


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

HAPPY13NOV2012DIWALI

Diwali é uma palavra em hindi que ilumina a todos que sabem seu significado.
Depávali, sua primeira forma [sânscrito], veio da junção de duas outras palavras [luz [deepa] + filas ou fileiras [avali]].
E se em cada pedaço da Índia ele é importante por uma origem diferente, todas as histórias desembocam no mesmo mar de devoção.
São milhares de pessoas, pelo mundo, acendendo dipikas [lamparinas], evocando Lakshimi ou Kali, como na Bengala.
É o início de um inverno, aquecido pela fé.     
Segundo uma lenda que se originou na proto-história e de tradição oral, na forma de Purana, o Rámayana ou "Caminho De Rama", o Deepavali é a volta vitoriosa de Ráma [um avatar do Deus Vishnu], juntamente com seu Vanar [general] Hanuman, de um exílio de 14 anos numa floresta, numa trama quase Shakespeariana.
Simboliza a vitória do bem contra forças demoníacas encarnadas como o Demônio Ravana.

[Jai Hanuman_by Yogeshvara]
Diwali é a Festa Das Luzes, o ano novo, o princípio de uma nova estação, consagração de bravos guerreiros e principalmente um tempo para se conectar com o mundo coletivamente. 

DIWALI MANTRA
Ayôdhyavasi Rám, Rám, Rám
Dasharathánandana Rám
Pathita pavana janaki jívana Sítá môhana Rám

sábado, 10 de novembro de 2012

HAPPYDIWALI

HAPPYDIWALI2012

O Indian Cultural Centre receberá convidados nesta segunda dia 12, a partir das 19H00, para uma comemoração do Diwali. A festa será aberta à todos. 
Primeiro haverá uma cerimônia religiosa dedicada ao espirito do Festival, depois apresentação das turmas e dança e para terminar um jantar de confraternização.
O evento junta duas tradições indianas, a festa de comemoração religiosa e a data dedicada a figura do mestre.   

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

sábado, 20 de outubro de 2012

OM DUM DURGAYEI NAMAHA


sábado, 13 de outubro de 2012

CIA ÓPERA NA MALA

A Cia Ópera Na Mala, voltou de Zagreb [Croácia] premiada como Melhor Espetáculo, pelo Juri Infantil no PIF 2012Puppet Internacional Festival
Mas o que eles descobriram agora, o Brasil conhece à 15 anos. Seja ganhando nossa atenção, ao contar histórias de uma forma tão poética e criativa, como poucos, em nossa televisão ou em cena com a mesma dedicação e encantamento.
O programa Baú de Histórias enche nossos olhos com a riqueza expressa em seu bonecos, artefatos, instrumentos e principalmente no carisma e talento de seus donos: Sérgio Serrano e Cris Miguel
Quem viu sabe e vai entender como fica quase impossível não se derreter diante uma narrativa tão recheada de humor e aquela verdade que toda leva a sério quando brinca.
Mas há quase doze anos, participando de um curso sobre hinduísmo no IPPB, inspirados pelo Prof. Wagner Borges, o casal de artista criou o texto e concepção de uma fábula sobre o amadurecimento.


AS JÓIAS DE KRISHNA

    
Um mestre preocupado com a forma que seu discípulo entende o mundo, resolve contar algumas histórias que tragam algum valor moral para seu aprendiz.
Mas mesmo diante a tanta riqueza de ensinamentos, o que desperta interesse no rapaz é ir ao encontro do Deus [que protagoniza uma delas] para roubar-lhe uma de suas jóias.

[Cris Miguel e Pandit Jr]   


O texto, divertidíssimo, trai até os atores que não conseguem segurar a risada, diante os absurdos que vão se formando no desenrolar da epopeia hinduísta. 

[Sérgio Shankara e Shiva]

E fica mais impossível para nós, platéia, não cairmos na gargalhada quando Shiva e Ganesha entram numa luta épica usando de táticas ninjas.
A Cia Ópera Na Mala fecha o ano com espetáculo no Rio, interior de Sp e na Capital. 
Uma oportunidade única de embarcarmos nos encantos destes dois espetaculares artistas.


 [Sérgio, Krishna e Cris]

E no repertório animado da trupe, outras peças constroem o imaginário do oriente. 
Dos encantos de As Jóias De Krishna, O Buda E A Baleia, à um conto baseado na história de uma princesa indiana de verdade, que foi parar na Rússia em Os Contos Da Princesa Noor.

Próximas Apresentações

www.operanamala.com.br

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ICC_Inscrições para Curso de Odissi 


sábado, 22 de setembro de 2012


GANESH CHATURTHI

Considerando que alguns deuses hindus tem mais de quatro braços e para cada um [uma mão]; é uma mazela dizer que comecei minha odisseia de devoção à Ganesha, sem saber onde colocar as minhas. Apenas duas.
E por 11 dias, passei minhas noites em um apartamento no suntuoso bairro de Vila Nova Conceição, convivendo e aprendendo com um pequeno [mas devotado], grupo de indianos radicados no Brasil.
Altar e ponto de encontro, promovidos pela família de um comerciante que se tornou próspero em dez anos por aqui e que a princípio finalizava os dias de comemoração derramando a murti [escultura para devoção] em pleno lago do Ibirapuera.
Já toda logística do Festival, promovida por ele e seus amigos, que dividem as salas de um prédio comercial na 25 de Março.
E eu, que estudei o passo certo para dar inicio a este blog, não vejo outra forma mais perfeita, que compartilhando um pouco algumas impressões que ficaram deste capítulo histórico em minha vida.

Há cinco anos tento ser um hinduísta, vezes torto, vezes deslocado. E bem deslocado. Deslocado por um eixo gigantesco, que separa as pessoas do mundo em: orientais ou ocidentais. E como fazer quando seu corpo nasce num canto e seu coração em outro?

E se para nós Shiva muitas vezes é aquela “deusa hindiana” e Ganesha aquele deus “com cabeça de elefante”, meus primeiros passos fugiram destes clichês equivocados e foram iluminados por uma Devi [deusa] em plena Festa das Luzes. Era meu primeiro Diwali, minhas primeiras preces para Lakshimi, um novo ano de uma nova vida que começava bem ali: na Câmara do Comércio de São Paulo.

Vieram outros eventos e entre um puja aqui, um arati acolá, surgiu o convite para esta comemoração. Um Ganesha Chaturti promovido pela comunidade Indiana.

Fui munido de companhia e chegando dei de cara com outros brasileiros perdidos no saguão do edifício e no real entendimento do que faziam ali.
Pegamos o elevador tomado pelo perfume do curri e cardamomo, que parecia mais a cozinha de um restaurante exótico que um meio de locomoção.
Passando um pequeno hall, cheio de sapatos e sandálias e atravessando uma cortina de tiras de tecido e miçangas, chegou a hora de se apresentar aos anfitriões e não se desmanchar diante os olhares curiosos dos donos da festa: os indianos.

No começo pedi ajuda aos Santos, fiz mandinga  promessa e acabei tentando evocar algum GPS cósmico que me guiasse em uma sala, apenas uma sala de um apartamento. Porque até saber onde se sentar: vira desafio. Aí você usa a imaginação, criatividade e olha de um lado vê homens sentados e do outro um grupo de mulheres e acredita que a ordem é separação por gênero. A partir deste momento me agarrei numa das poucas certezas protocolares que pro meu desespero foi quebrada uns quatro dias depois quando o grupo se misturou. Ou seja, eu não sabia nada. Mas sentar, o que é sentar, quando todos se levantam e começam o ritual diário?

Vamos lá. A programação quase sempre foi assim: chegávamos, encontrando um lugarzinho pra se afundar tamanha a timidez, seguido de dias de coragem, conquistando o título honorário de um dos brasileiros mais legais do núcleo tupiniquim, seguido de dias de estrelato na hora de comandar um passatempo.
Passatempo é quase que literalmente ocupar um espaço com histórias, cantos ou preces que evoquem á deidade da vez.
No meu caso, um dia cantei para Shiva e em outro contei da disputa entre Ganesha e Skanda [seu irmão], para saber quem era o mais forte ou poderoso ou quem amava mais seus país.

Ganesha e Skanda resolveram disputar alguma coisa e chamaram seus país: Shiva e Parvati como jurados. O desafio era quem conseguia dar a volta no mundo e chegar primeiro. Enquanto um percorreu todos as terras e queimou todas as calorias, Ganesha rodeou os país considerando que eles eram seu mundo. Ganhou, né?”

Mas era quando a TV de plasma de centenas de polegadas era ligada e imagens de clipes com os cantos sagrados começavam a tocar que a festa começava.

Um a um [claro que primeiros os locais], nos postávamos diante ao altar, herdados de um prato dourado: com mil itens. 
E como aquele que com um olho frita o peixe e com o outro vigia o gato, eu tentava olhar pra cada coisinha que está lá  naquela bandeja dourada, enquanto tentava não errar. E o ritual era girar em sentido horário por algumas vezes diante a pequena murti do deus.
Mas os dias iam passando e tomado por uma certa confiança, o que era giro virava meio giro e um completo. Dois, sete giros, puxar com as mãos a fumaça dos incensos por cima da cabeça, espalhar pelo altar,... Já me sentia nisso desde que nasci na encarnação passada, quando era indiano. 
Seguro, ainda sobrava tempo para ver se os outros brasileiros iriam acertar. Primeira aposta, vai de mão direita [que é o certo] ou de esquerda que PÉEE, errou: esquerda nunca. 
Esse momento era tão precioso e rápido que eu quase não tinha tempo de sentir que estava diante a representação de um deus ou dele mesmo, como preferirem e me perdia na performance, me concentrando pouco no que estava fazendo ali.   Por mais irônico que pareça foi observando outros devotos que neles consegui projetar todas as bênçãos de Ganesha.

Entre todos, duas senhoras me conquistaram de imediato e nelas encontrei todas as avós com quem sonhamos.
É óbvio que eu estava lá por Ganesha, mas tocar com as costas da minha mão direita a barra do sári delas, levando em seguida, a ponta dos meus dedos até minha testa; para simultaneamente sentir suas mãos tocarem meus cabelos, era literalmente a benção que todo mundo precisa para se sentir bem e feliz e hinduísta e netinho.
Como não amar receber um gesto desses, vindo com um respeito que atravessa mares, culturas, gerações ou laços de sangue?
E todo esse quase meio século que levei para acumular coragem e repetir esta reverência, vinha perfumado pelos condimentos das comidas que chegavam na companhia de pequenos grupos que surgiam durante a prática: em travessas, panelas e potes de plástico colorido.

E se Ganesha remove obstáculos o mesmo não se pode dizer de pares de sapato. Talvez as pedras de nossos caminhos, mas não aquela ilha de calçados que crescia a cada dia de comemoração.
Mas entrar ou sair do apartamento não exigia a logística precisa de outra modalidade: receber a prassada.

A mão esquerda deve ser esquecida, apagada, deletada principalmente se o assunto é comida. Principalmente se a comida é prassada.
Mas e se você recebe uma colherada na mão
Resolvi tudo de uma forma bem simples, recebia na direita e numa tacada levava tudo para a boca até que um dia foram grãos e tinham umas três castanhas bem durinhas e grandes no meio e eu não percebi ou seja, demorei uns quinze minutos tentando mastigá-las e um retiro de meditação foi a forma mais discreta de concluir a missão

Mas quando eu pensava que tinha passado por tudo finalmente chegou sexta-feira.
E após o ritual, migramos para o salão de festa e direto para o cenário de uma produção de Bollywood
E de repente a pista de dança, cheia de efeitos e luzes, foi tomada pelos homens. Sim, por homens barbudos, de turbantes, caretas e modernos. Jovens e outros nem tanto, mas todos, festivos dançando como ninguém o bhangra.


Do mar de sapatos, que cresceu como um Tsunami na entrada do apartamento, parar águas da Represa de Guarapiranga, todos embarcamos numa nave chamada Maísa  


[Terras brasilis, águas cosmopolitas]

[Kamal Jit Singh e Harvinder Kaur]

[Em meio aos devotos, Ganesha cumpre o ciclo e se prepara para partir

[Sunil entregando a murti de Ganesha para as águas]

Ver a imagem de Ganesha nas mãos de Sunil ser engolida pelas águas douradas da represa e restar toda beleza que ficou, do convívio com toda essa gente boa ou pela simples estada em um cenário tão onírico é um daqueles momentos de nossa vida que sempre estará presente.

[Elza Cohem registrando tudo para seu blog India Link Brasil]

[Eu, embarcado por toda devoção

[Nem terras brasileiras, nem indianas. Água, elemento que iguala tudo e todos

Talvez seja difícil para muitos entender o que um brasileiro vê nisso tudo, quando não estamos falando de um interesse cultural, mas uma vibração de fé?! Mas pode ser. Pode haver gente desse lado do planeta, que não nasceu lá, mas sabendo que Deuses governam os mundos, também se sentem seus filhos e querem apenas estar onde seu país estão.

HAPPYGANESHCHATURTHI

segunda-feira, 6 de agosto de 2012


JANMASTHAMI [Nascimento de Krishna


Nesta noite de quinta-feira, o Indian Cultural Centre recebeu dezenas de convidados, para festa de nascimento do Senhor Krishna
Havia doces, cores, bandeiras, estandartes e imagens [por toda parte], lembrando que aquele momento pertencia unicamente a Krishna. E mesmo que eternamente presente num conceito cosmológico, ele estava ali: literalmente. 
E se no palco do auditório, passaram alguns artistas, arrancando muito entusiasmo de todos presentes, mais uma vez, qualquer palavra que evocasse o homenageado ou hino, gerava um transe quase que coletivo, uma catarse muito parecida com nossos terreiros em dia de "saída de Santo".


O Festival Janmasthami é comemorado em vários lugares do Brasil e a comunidade Vaishnama [os vulgarmente chamados de "Hare Krishna"] tem milhares de devotos em nosso país. 
Muito dos eventos realizados por aqui são de alguma forma, em parte, patrocinados por comerciantes indianos que vêem neste gesto uma forma de agradecer o Deva [Deus. Acostume-se com este vocábulo], por todas as graças alcançadas. 
E este evento teve apoio de uma loja conhecida de São Paulo. Pelo menos isso justifica a presença do filho do dono, por todos os lugares arrumando detalhes, dando comandos, organizando a homenagem.
No final, todo esforço resultou em uma das festas mais animadas, sediadas no Centro Cultural.
    

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

YATRI-BRASIL.BLOGSPOT.COM.BR


Nasci aqui um blog, que tão novo já viveu outras vidas.
Avatar de outro projeto, se escreveu em hindi, sambou o Tandava na cara da realeza, desencarnou, cantou pra subir, sumiu e voltou. 
E agora, aqui se esconde!
Para dar notícias ou para simplesmente contar.
Histórias vividas por brasileiros hindus, da casta do bicho de pé de goiaba. 
Indianos que acendem lamparinas e oferecem preces, dendê e ghee à seus deuses. 
Devas que reinam em todos os lugares e sobre todas cabeças. 
Homens que vibram frequências divinas. 
Para todos que pausam, respiram e se orientam por estas duas nações místicas, devotadas e de povos generosos. 
Para todos brasileiros-indianos e para todos indianos tupiniquins.
E por reverência, evocação, malemolência e honra:

JAYA GANESHA!
  Reine  por aqui